Em post de missa de 7º dia, família de Netinho se recusa a escrever que cantor morreu no dia 13 de outubro: '12+1'

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Em post de missa de 7º dia, família de Netinho se recusa a escrever que cantor morreu no dia 13 de outubro: '12+1'
Em post de missa de 7º dia, família de Netinho se recusa a escrever que cantor morreu no dia 13 de outubro: '12+1' (Foto: Reprodução)

Post sobre a missa de 7º dia do cantor Netinho, que acontece nesta segunda (19), em Salvador Redes sociais Na publicação sobre a missa de 7º dia do cantor Netinho, que acontece na manhã desta segunda-feira (19), em Salvador, a família do artista se recusou a escrever a data da morte: dia 13 de outubro. A data de morte do artista foi substituída por "12 +1/10/2016". O artista morreu aos 60 anos, em um hospital de Salvador. Elel tratava um câncer no sistema linfático há mais de um ano. Segundo a assessoria, nos últimos meses Netinho enfrentava um linfoma não Hodgkin do tipo B, que evoluiu para um quadro de falência renal e disfunção múltipla de órgãos. O motivo da substituição é a posição anti-PT do artista, que não falava o número 13. Em postagens feitas pelo próprio cantor em em 13 de março, 13 de abril e 13 de junho, por exemplo, ele usou o "12+1" para não escrever o número 13. (Veja abaixo) 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Netinho não escrevia em o número 13 em suas postagens nas redes sociais Redes sociais Na quarta-feira (14), um dia depois da morte, o corpo do cantor foi cremado e o velório foi restrito para familiares e amigos. Apesar disso, a missa de 7º dia será aberta ao público e vai acontecer na Igreja do Bonfim, um dos cartões postais de Salvador, às 12h. Posicionamento anti-PT Carla Zambelli divulgou foto com cantor Netinho em ato na Paulista Reprodução / Instagram Netinho se posicionava contra o PT nas redes sociais e compareceu a atos bolsonaristas. Em 2021, ele enfrentou uma briga com o compositor Manno Góes após cantar a música "Milla" em um ato pró Bolsonaro ao lado da então deputada Carla Zambelli (PSL-SP). Composta por Manno Góes, "Milla" foi lançada em 1996. A música se tornou um sucesso estrondoso na voz de Netinho e foi a grande responsável por consolidar a carreira solo dele. No ato bolsonarista, Zambelli filmou Netinho cantando a música na Av. Paulista, em São Paulo. A manifestação teve aglomeração e pedido de intervenção militar. O autor Manno Góes não autorizou o uso da canção e enviou uma notificação extrajudicial para que Carla Zambelli tirasse o vídeo do ar. O vídeo só foi apagado dias depois, quando o juiz Érico Rodrigues Vieira, da 3ª Vara Cível de Salvador (BA), deu uma decisão liminar que estabelecia uma multa de R$ 5 mil por dia em que Carla Zambelli mantivesse o vídeo no ar. Cantor Netinho morre aos 60 anos Divulgação No ano seguinte, em 2022, o artista foi candidato a deputado federal pelo PL, mas não se elegeu. A candidatura foi a única na trajetória política do artista. Apesar de não ter sido candidato em anos posteriores, Netinho se dizia contra o comunismo e declarava apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). LEIA TAMBÉM: ‘Milla’, ‘Beijo na Boca’ e ‘Estrela Primeira’: relembre os hits que marcaram a carreira de Netinho Herdeiros de Netinho receberão direitos autorais por sete décadas; confira as músicas mais tocadas nos últimos cinco anos Filha de Netinho publica homenagem ao cantor com foto da infância: 'Te amo para sempre' Veja mais notícias do estado no g1 Bahia Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

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