Empresários do setor de comércio de alimentos são presos por sonegar mais de R$ 10 milhões em impostos na Bahia

Empresários do setor de comércio varejista de alimentos são investigados por sonegar mais de R$ 10 milhões em impostos na Bahia Sérgio Figueiredo/MP-BA Emp...

Empresários do setor de comércio de alimentos são presos por sonegar mais de R$ 10 milhões em impostos na Bahia
Empresários do setor de comércio de alimentos são presos por sonegar mais de R$ 10 milhões em impostos na Bahia (Foto: Reprodução)

Empresários do setor de comércio varejista de alimentos são investigados por sonegar mais de R$ 10 milhões em impostos na Bahia Sérgio Figueiredo/MP-BA Empresários do setor de comércio varejista de alimentos da Bahia são investigados por sonegar mais de R$ 10 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Na manhã desta quinta-feira (5), o Ministério Público do estado (MP-BA) cumpriu dois mandados de prisão e 10 mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador e Alagoinhas, a cerca de 120 km da capital baiana. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia De acordo com o MP-BA, em Alagoinhas, houve uma tentativa de fuga de um investigado, que não teve o nome revelado. No entanto, ele foi alcançado e preso. As investigações apontaram que o grupo estruturou um esquema de sucessivas constituições e encerramentos simulados de pessoas jurídicas, todas explorando a mesma atividade econômica, com o objetivo de fraudar a fiscalização tributária, frustrar a cobrança de créditos tributários de ICMS e blindar o patrimônio. Veja os vídeos que estão em alta no g1 As apurações da Inspetoria Fazendária de Investigação e Pesquisa (Infip), do Ministério Público e da Polícia Civil, na Bahia, identificaram que: O grupo deixava de recolher aos cofres públicos, no prazo legal e de forma continuada, o ICMS declarado; Também se valia de diversas manobras para sonegar o tributo, como a omissão de lançamentos na escrituração fiscal e a sucessão fraudulenta de empresas vinculadas entre si, mediante pessoas sem capacidade econômico-financeira; A intenção era esconder os reais proprietários e dar continuidade operacional às empresas que eram “abandonadas” com vultosas dívidas fiscais; O grupo se valeu, ainda, de uma holding patrimonial criada após o ajuizamento das execuções fiscais para blindar o patrimônio e dissimular a estrutura empresarial ilícita. Segundo a Força-Tarefa, a operação é fruto da intensificação das ações de fraudes tributárias e da prática de declarar o débito de ICMS e não repassar o imposto à Fazenda, de forma contumaz, o que configura crime contra a ordem tributária. A Força-Tarefa ressaltou que estas práticas criminosas causam graves danos à coletividade, especialmente considerando que o imposto foi efetivamente pago pelos consumidores e não repassado aos cofres públicos, resultando em perda de receitas necessárias às políticas públicas e serviços essenciais para a população. Empresários do setor de comércio varejista de alimentos são investigados por sonegar mais de R$ 10 milhões em impostos na Bahia Sérgio Figueiredo/MP-BA LEIA TAMBÉM: PM e mais 8 são presos suspeitos de esquema que copiava chaves e roubava carros de locadoras Suspeito de matar comerciante com golpes de botijão de gás na cabeça na BA é preso em SP Homens são presos suspeitos de armazenar e compartilhar conteúdo de abuso sexual infantojuvenil na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

Fale Conosco